Acima de tudo, tenho medo de acordar amanhã e perceber que é esta a estação da colheita que falavam tanto quando plantaram minha muda no solo (in)fértil das possibilidades.
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05 agosto 2009
Medo I
Tenho um medo imenso dessa pena absurda que sinto de mim mesmo. Dessa conformidade que me dá a mão quando saio de casa e me acompanha até a hora da volta. Desse esquecimento de tudo o que fere e rasga a superfície silenciosa da minha apatia. Dessa estátua de sal que vai se formando aos poucos, muito lentamente, mas é contínua e forte - cirstalização dos dias.
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