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22 julho 2009

Janela

Paredes com pinturas desgastadas. Pássaros silenciosos pousados nos fios elétricos. Carros barulhentos passando lá embaixo. Sol quente aquecendo a tarde. Pessoas extenuadas de calor caminham em direção a nada. Rostos baixos protegendo a vista do que é claro demais. Antenas de tv, concreto, vidros, outras janelas...

Sei das tuas mãos. Das tuas mãos em algum lugar.

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